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PRIMEIRO ESTUDO PUBLICADO VERIFICANDO A RELAÇÃO ENTRE DIABETE E AGRESSIVIDADE DOS TUMORES DE PRÓSTATA

Dados de estudos internacionais recentes apontam que o diabete melito é um fator de risco para tumor de próstata, notadamente os tumores de alto risco (os mais agressivos).  Já se aventaram as hipótese da hiperglicemia (altas taxas de glicose no sangue, uma das características do diabete) favorecer o crescimento de células tumorais, assim como o próprio uso de insulina (medicação usada em alguns pacientes para tratamento do diabete). Postulara-se, ainda, que a metformina, droga às vezes utilizada no tratamento do diabete tipo II, reduzia a capacidade de proliferação dos tumores.  O estudo publicado on-line em 22 de setembro de 2011 na revista International Journal of Radiation Oncology Biology Physics, um dos mais influentes jornais médicos da área de Radioterapia, avaliou 15330 homens com tumores de próstata tratados com radioterapia em 26 instituições americanas, dos quais 1202 eram portadores de diabete.  Tanto homens com diabete tipo I como tipo II (os tipos em que a doença é classificada) apresentaram-se mais suscetíveis a ter tumores de próstata mais agressivos que os pacientes não-diabéticos.  A importância prática do estudo é tornar os médicos atentos às características dos tumores de próstata em diabéticos:  caso os exames iniciais mostrem doença de pouca agressividade, talvez valha a pena prosseguir na investigação com exames mais sofisticados, a fim de afastar mais seguramente que não se está diante de tumor de alto risco.

 

Carlos Lima Júnior
Radiooncologista da Clínica Oncoville

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Inovação: Radioterapia cerebral com preservação de área da memória

O Oncoville sai na frente mais uma vez com uma vez inovação  praticada nos grandes centros americanos.

Recentemente a Universidade de Wisconsin e a RTOG (organização de pequisa americana em radioterapia associada ao instituto nacional do câncer) idealizaram um projeto revolucionário no tratamento radioterápico recebral.  Muitos pacientes com tumores cerebrais precisam ser tratados com radioterapia cerebral, desenvolvem alta toxicidade (efeitos colaterais) neuro cognitiva.   Entre inúmeras funções o cérebro, é resposável pela memória que quando irradiado diminui a capacidade de armazenamento de novas informações. No intuito de reduzir a incidência e a gravidade destas complicações, foi desenvolvida uma técnica de radioterapia capaz de preservar o hipocampo, o órgão cerebral responsável pela memória.  Graças à técnica de intensidade modulada com aceleradores lineares de multifolhas (multileaf), disponível no Paraná apenas no Oncoville, até o momento, é possível a irradiação dos tecidos tumorais com o bloqueio do feixe de radiação dirigido ao hipocampo.  Na esteira dos trabalhos pioneiros levados a cabo pela Universidade de Wisconsin e RTOG 93-10, os centros de radioterapia mais desenvolvidos ao redor do mundo, entre os quais o Oncoville, desenvolvem hoje protocolos semelhantes para reduzir os efeitos colaterais sobre o cérebro (hipocampo).

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Inovação : Radioterapia preservadora de medula ossea

O Oncoville mais uma vez inova e traz a Curitiba uma tecnologia criada e praticada nos grandes centros americanos.

Nos últimos anos, a Universidade de Chicago e a Mayo Clinic, duas importantes instituições americanas, idealizaram um projeto avançado.  Muitos pacientes que precisam ser tratados com quimioterapia e radioterapia na pelve concomitantes (as duas modalidades de tratamento ao mesmo tempo), como pacientes com tumores de reto, de ânus, de colo do útero, de corpo do útero, de vagina, não conseguem completar o tratamento por desenvolverem alta toxicidade (efeitos colaterais) ao mesmo.  Como nos ossos da pelve está alojada uma parte importante do sistema produtor das células sanguíneas, pode acontecer de as células deste sistema serem danificadas em algum grau pela radiação e pela quimioterapia concomitante, acarretando redução das células circulantes – glóbulos vermelhos, glóbulos brancos, plaquetas.  Resultam daí, muitas vezes, interrupção do tratamento, o que não é desejável;  maior suscetibilidade a sangramentos ou infecções.  No intuito de reduzir a incidência e a gravidade destas complicações, foi desenvolvida uma técnica de radioterapia capaz de preservar a medula óssea, o órgão formador das células do sangue.  Graças à técnica de intensidade modulada com aceleradores lineares de multifolhas (multileaf), disponível no Paraná apenas no Oncoville, até o momento, é possível a irradiação dos tecidos tumorais com o bloqueio do feixe de radiação dirigido à medula óssea.  Na esteira dos trabalhos pioneiros levados a cabo pela Universidade de Chicago, os centros de radioterapia mais desenvolvidos ao redor do mundo, entre os quais o Oncoville, desenvolvem hoje protocolos semelhantes para reduzir os efeitos colaterais sobre a medula óssea.  Veja a seguir alguns trabalhos publicados na literatura internacional atestando o benefício deste esquema de tratamento.

Revista médica International Journal Radiation Oncology Biology Physics

Edição de 1 de abril de 2008

Associação entre as medidas de dose na medula óssea e os efeitos colaterais sobre as células do sangue em pacientes com tumores de ânus tratados com quimioterapia e radioterapia de intensidade modulada

Revista médica International Journal Radiation Oncology Biology Physics

Edição de 1 de novembro de 2010

Efeito da dose de radiação na medula óssea nos efeitos colaterais sobre as células do sangue em pacientes com tumor de colo uterino

Veja como este trabalho define a utilização da radioterapia de intensidade modulada:

Radioterapia de intensidade modulada é tipicamente administrada com o uso de colimadores multilâminas, que consistem de folhas motorizadas individuais que se movem, tecnologia atualmente disponível no Parana apenas no Oncoville.

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Dieta do Mediterrâneo associada a menor risco de câncer de estômago

Maior aderência a uma dieta mediterrânea está associada em relação a um menor risco de forma significativa para o adenocarcinoma gástrico incidente, de acordo com os resultados de um estudo de coorte prospectivo relatados em linha na edição 09 de dezembro do American Journal of Clinical Nutrition.
“O padrão da dieta mediterrânea é considerada a proteger contra o câncer, apesar de evidências de estudos de coorte que analisou sites tipo específico de câncer é limitado”, escreve Genevieve Buckland, BS, do Instituto Catalão de Oncologia, Idibell, em Barcelona, ​​Espanha, e colegas do Investigação Prospectiva Européia sobre Câncer e Nutrição estudo de coorte (EPIC).
O objetivo deste estudo foi avaliar a associação entre a adesão a uma dieta mediterrânea relativa e adenocarcinoma gástrico incidente. A coorte do estudo consistiu de 485.044 participantes de 10 países europeus que forneceram informações alimentares e de vida no recrutamento para EPIC. A faixa etária foi de 35 a 70 anos, e 144.577 indivíduos do sexo masculino. Um jovem de 18 unidades de pontuação em relação a dieta mediterrânica, que inclui informações sobre nove elementos-chave da dieta mediterrânea, permitiu a estimativa de adesão em relação a dieta mediterrânica.
Os pesquisadores avaliaram a associação entre uma dieta mediterrânea relativa e adenocarcinoma gástrico em relação à localização anatômica (cárdia e noncardia) e tipos histológicos (difuso e intestinal). Para controle de erro de medição da dieta, eles realizaram um estudo de calibração em uma subamostra.
Durante seguimento médio de 8,9 anos, houve 449 casos de adenocarcinoma validado incidente gástrico que poderiam ser analisados. Comparado com adesão à dieta mediterrânica relativa baixa, alta aderência foi associada com uma diminuição significativa no risco de adenocarcinoma gástrico (hazard ratio [HR], 0,67, 95% intervalo de confiança [IC], 0,47-0,94), após estratificação por centro de idade e depois ajuste para fatores de risco conhecidos de câncer.
Para cada aumento de 1 unidade na pontuação relativa a dieta mediterrânea, o risco de adenocarcinoma gástrico diminuíram 5% a 7% (95% CI, 0,91-0,99). Diferentes regiões anatômicas e os tipos histológicos não mostraram nenhuma evidência de heterogeneidade. As tendências foram similares para os resultados calibrado (HR global de adenocarcinoma gástrico, 0,93, 95% CI, 0,89-0,99).
“A adesão a um maior rmou [dieta mediterrânica parente] é associado com uma redução significativa no risco de acidente [adenocarcinoma gástrico] GC,” os autores do estudo escrevem. “Para nosso conhecimento, este é o primeiro estudo para avaliar a dieta mediterrânea e GC.”
As limitações deste estudo incluem possíveis erros na medição da ingestão, confundindo residual possível, falta de informação sobre o consumo de leguminosas na Noruega e azeite em Umea, e as limitações da pontuação na dieta mediterrânica. Além disso, alguns participantes podem ter modificado a sua dieta durante o período de início de pré-diagnóstico da doença.
“Os resultados adicionam à evidência para o papel da dieta mediterrânica na redução do risco de câncer e adicionar suporte adicional para a necessidade de continuar a promover a dieta mediterrânica, em áreas onde ela está desaparecendo”, concluem os autores.

“Além disso, a taxa de sobrevida em 5 y relativa de GC é muito pobre (23%), sendo o prognóstico pode ser ainda pior para cárdia GC, cuja incidência está a aumentar na Europa. Desta forma, as recomendações dietéticas que podem ajudar a reduzir a incidência É importante para a gestão eficaz desse tipo de câncer. ”

A Comissão Europeia encomendou este estudo. O estudo EPIC foi financiado pela “Europa Contra o Cancro” Programa da Comissão Europeia; ISCIII do Ministério da Saúde espanhol; Ligue Contre le Cancer (França); Société 3M (França); Mutuelle Générale de l’Education Nationale, Institut National de la Santé et de la Recherche Médicale (INSERM); alemão do cancro da ajuda; German Cancer Research Center, Ministério Federal Alemão de Educação e Pesquisa; dinamarquês Cancer Society, Fundo de Pesquisa em Saúde (FIS), do Ministério da Saúde espanhol, os governos regionais que participam e as instituições de Espanha; Cancer Research do Reino Unido; Medical Research Council, Reino Unido, a Associação pelo Derrame, Reino Unido, British Heart Foundation, Departamento de Saúde do Reino Unido; Food Standards Agency, do Reino Unido, o Wellcome Trust, do Reino Unido, a Ministério da Saúde grego, a Stavros Niarchos Fundação; Fundação Helénica Saúde, Associação Italiana de Investigação do Cancro, Ministério holandês, da Previdência da Saúde e do Desporto, Ministério da Saúde Holandês; Fundos Prevenção holandês; Fundos de Pesquisas LK; holandesa Nederland Zorg Onderzoek; Mundial de Câncer Fundo de Pesquisa; Cancer Society sueca; Conselho Científico da Suécia; Governo Regional dos Skane, Suécia, e da Sociedade do Câncer da Noruega. Alguns dos autores do estudo são parceiros da ECNIS, uma rede de excelência da CE.
Am J Clin Nutr. Publicado on line em 09 de dezembro de 2009

Maior aderência a uma dieta mediterrânea está associada em relação a um menor risco de forma significativa para o adenocarcinoma gástrico incidente, de acordo com os resultados de um estudo de coorte prospectivo relatados em linha na edição 09 de dezembro do American Journal of Clinical Nutrition.
“O padrão da dieta mediterrânea é considerada a proteger contra o câncer, apesar de evidências de estudos de coorte que analisou sites tipo específico de câncer é limitado”, escreve Genevieve Buckland, BS, do Instituto Catalão de Oncologia, Idibell, em Barcelona, ​​Espanha, e colegas do Investigação Prospectiva Européia sobre Câncer e Nutrição estudo de coorte (EPIC).

O objetivo deste estudo foi avaliar a associação entre a adesão a uma dieta mediterrânea relativa e adenocarcinoma gástrico incidente. A coorte do estudo consistiu de 485.044 participantes de 10 países europeus que forneceram informações alimentares e de vida no recrutamento para EPIC. A faixa etária foi de 35 a 70 anos, e 144.577 indivíduos do sexo masculino. Um jovem de 18 unidades de pontuação em relação a dieta mediterrânica, que inclui informações sobre nove elementos-chave da dieta mediterrânea, permitiu a estimativa de adesão em relação a dieta mediterrânica.

Os pesquisadores avaliaram a associação entre uma dieta mediterrânea relativa e adenocarcinoma gástrico em relação à localização anatômica (cárdia e noncardia) e tipos histológicos (difuso e intestinal). Para controle de erro de medição da dieta, eles realizaram um estudo de calibração em uma subamostra.
Durante seguimento médio de 8,9 anos, houve 449 casos de adenocarcinoma validado incidente gástrico que poderiam ser analisados. Comparado com adesão à dieta mediterrânica relativa baixa, alta aderência foi associada com uma diminuição significativa no risco de adenocarcinoma gástrico (hazard ratio [HR], 0,67, 95% intervalo de confiança [IC], 0,47-0,94), após estratificação por centro de idade e depois ajuste para fatores de risco conhecidos de câncer.

Para cada aumento de 1 unidade na pontuação relativa a dieta mediterrânea, o risco de adenocarcinoma gástrico diminuíram 5% a 7% (95% CI, 0,91-0,99). Diferentes regiões anatômicas e os tipos histológicos não mostraram nenhuma evidência de heterogeneidade. As tendências foram similares para os resultados calibrado (HR global de adenocarcinoma gástrico, 0,93, 95% CI, 0,89-0,99).
“A adesão a um maior rmou [dieta mediterrânica parente] é associado com uma redução significativa no risco de acidente [adenocarcinoma gástrico] GC,” os autores do estudo escrevem. “Para nosso conhecimento, este é o primeiro estudo para avaliar a dieta mediterrânea e GC.”
As limitações deste estudo incluem possíveis erros na medição da ingestão, confundindo residual possível, falta de informação sobre o consumo de leguminosas na Noruega e azeite em Umea, e as limitações da pontuação na dieta mediterrânica. Além disso, alguns participantes podem ter modificado a sua dieta durante o período de início de pré-diagnóstico da doença.
“Os resultados adicionam à evidência para o papel da dieta mediterrânica na redução do risco de câncer e adicionar suporte adicional para a necessidade de continuar a promover a dieta mediterrânica, em áreas onde ela está desaparecendo”, concluem os autores. “Além disso, a taxa de sobrevida em 5 y relativa de GC é muito pobre (23%), sendo o prognóstico pode ser ainda pior para cárdia GC, cuja incidência está a aumentar na Europa. Desta forma, as recomendações dietéticas que podem ajudar a reduzir a incidência É importante para a gestão eficaz desse tipo de câncer. ”
A Comissão Europeia encomendou este estudo. O estudo EPIC foi financiado pela “Europa Contra o Cancro” Programa da Comissão Europeia; ISCIII do Ministério da Saúde espanhol; Ligue Contre le Cancer (França); Société 3M (França); Mutuelle Générale de l’Education Nationale, Institut National de la Santé et de la Recherche Médicale (INSERM); alemão do cancro da ajuda; German Cancer Research Center, Ministério Federal Alemão de Educação e Pesquisa; dinamarquês Cancer Society, Fundo de Pesquisa em Saúde (FIS), do Ministério da Saúde espanhol, os governos regionais que participam e as instituições de Espanha; Cancer Research do Reino Unido; Medical Research Council, Reino Unido, a Associação pelo Derrame, Reino Unido, British Heart Foundation, Departamento de Saúde do Reino Unido; Food Standards Agency, do Reino Unido, o Wellcome Trust, do Reino Unido, a Ministério da Saúde grego, a Stavros Niarchos Fundação; Fundação Helénica Saúde, Associação Italiana de Investigação do Cancro, Ministério holandês, da Previdência da Saúde e do Desporto, Ministério da Saúde Holandês; Fundos Prevenção holandês; Fundos de Pesquisas LK; holandesa Nederland Zorg Onderzoek; Mundial de Câncer Fundo de Pesquisa; Cancer Society sueca; Conselho Científico da Suécia; Governo Regional dos Skane, Suécia, e da Sociedade do Câncer da Noruega. Alguns dos autores do estudo são parceiros da ECNIS, uma rede de excelência da CE.

Am J Clin Nutr. Publicado on line em 09 de dezembro de 2009

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Dieta vegetaria prevenção e controle do diabetes

From American Journal of Lifestyle Medicine

Vegetarian Diets and Diabetes

Diversas evidências sugerem que dietas vegetarianas e de origem vegetal fornecem benefícios excepcionais `a saúde, incluindo menor risco de obesidade, diabetes, doenças cardíacas e alguns tipos de cancer associado aumento da longevidade. As dietas vegetarianas são tipicamente mais baixas em gordura, especialmente gordura saturada, e mais rica em fibras dietéticas. _Associa’cao de alimentos ricos  em cereais integrais, leguminosas, nozes e proteína de soja, fornecem micronutrientes e fatores de proteção em níveis mais elevados do que a maioria das dietas ocidentais.

Em estudos observacionais, uma dieta vegetariana ou vegan está associado com redução do risco de desenvolvimento de diabetes tipo II e menor risco de complicações em pacientes com diagn’ostico de diabetes. Embora seja muitas vezes difícil o habito de vida vegetariano separado, este padrão alimentar combinado com baixa ingesta de carne vermelha e embutido pode proporcionar benefícios particular na gestão do diabetes e pré-diabetes.

Este artigo analisa criticamente a evidência científica da dieta vegetariana na prevenção e tratamento do diabetes.

Authors and Disclosures

Kate Marsh, PhD, and Jennie Brand-miller, PhD Northside Nutrition & Dietetics, 74/47 Neridah Street, Chatswood (KM) and the School of Molecular and Microbial Biosciences, University of Sydney, Sydney (JB-M), New South Wales, Australia.

Address correspondence to Kate Marsh, PhD, Advanced Accredited Practising Dietitian & Credentialled Diabetes Educator, Northside Nutrition & Dietetics, 74/47 Neridah Street, Chatswood, NSW 2067, Australia; e-mail: kate@nnd.com.au.

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Uso de celular causa cancer cerebral?

From Environmental Health Perspectives

Controvérsias da relação entre uso de telefones celulares e Câncer cerebral

Durante a última década, uso do telefone celular aumentou quase 100% em muitos países do mundo. Evidências de riscos potenciais à saúde acumulada em paralelo por investigações epidemiológicas levantou controvérsias sobre a interpretação adequada e do grau de preconceito e confusão responsáveis por estimativas de risco de cancer pelo uso de celulares.

Fonte de dados: Foram identificados 33 estudos epidemiológicos na literatura peer-reviewed, a maioria dos quais (25), sobre tumores cerebrais. Dois grupos foram coletados os dados para ≥ 10 anos de uso do telefone celular: Hardell e colegas da Suécia e do grupo Interphone, um consórcio internacional de 13 países, coordenado pela Agência Internacional para Pesquisa sobre o Câncer.

Conclusões: Aspectos metodológicos dos estudos revelou que três condições importantes para estudos epidemiológicos em detectar  aumento do risco não são cumpridos: a) nenhuma métrica exposição baseada em evidências está disponível; b) a duração observada do uso do telefone celular ainda é geralmente muito baixa,

c) Quanto às estimativas de risco, o viés de seleção, viés de classificação incorreta, e os efeitos da doença sobre o uso de celulares poderia ter reduzido as estimativas, e viés de memória pode ter levado riscos falsamente aumentada.

As evidências falam a favor de um aumento do risco, mas sua magnitude não pode ser avaliada no momento por causa da insuficiente informação sobre o uso a longo prazo.

Authors and Disclosures

Michael Kundi, Institute of Environmental Health, Medical University of Vienna, Vienna, Austria

Disclosure: The author declares he has no competing financial interests.

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Hábitos Alimentares

Muitos componentes da alimentação têm sido associados com o processo de desenvolvimento do câncer, principalmente câncer de mama, cólon (intestino grosso) reto, próstata, esôfago e estômago.

Alimentação de risco
Alguns tipos de alimentos, se consumidos regularmente durante longos períodos de tempo, parecem fornecer o tipo de ambiente que uma célula cancerosa necessita para crescer, se multiplicar e se disseminar. Esses alimentos devem ser evitados ou ingeridos com moderação. Neste grupo estão incluídos os alimentos ricos em gorduras, tais como carnes vermelhas, frituras, molhos com maionese, leite integral e derivados, bacon, presuntos, salsichas, lingüiças, mortadelas, dentre outros.

Existem também os alimentos que contêm níveis significativos de agentes cancerígenos. Por exemplo, os nitritos e nitratos usados para conservar alguns tipos de alimentos, como picles, salsichas e outros embutidos e alguns tipos de enlatados, se transformam em nitrosaminas no estômago. As nitrosaminas, que têm ação carcinogênica potente, são responsáveis pelos altos índices de câncer de estômago observados em populações que consomem alimentos com estas características de forma abundante e freqüente. Já os defumados e churrascos são impregnados pelo alcatrão proveniente da fumaça do carvão, o mesmo encontrado na fumaça do cigarro e que tem ação carcinogênica conhecida.

Os alimentos preservados em sal, como carne-de-sol, charque e peixes salgados, também estão relacionados ao desenvolvimento de câncer de estômago em regiões onde é comum o consumo desses alimentos. Antes de comprar alimentos, compare a quantidade de sódio nas tabelas nutricionais dos produtos.

Cuidados ao preparar os alimentos
O tipo de preparo do alimento também influencia no risco de câncer. Tente adicionar menos sal na hora de fazer a comida, aumentando o uso de temperos como azeite, alho, cebola e salsa. A Organização Mundial da Saúde recomenda o consumo de até 5 g de sal ou 2 g de sódio por dia, ou seja, o equivalente a uma tampa de caneta cheia. Ao fritar, grelhar ou preparar carnes na brasa a temperaturas muito elevadas, podem ser criados compostos que aumentam o risco de câncer de estômago e coloretal. Por isso, métodos de cozimento que usam baixas temperaturas são escolhas mais saudáveis, como vapor, fervura, pochê, ensopado, guisado, cozido ou assado.

Alimentação: Fibras x gordura
Estudos demonstram que uma alimentação pobre em fibras, com altos teores de gorduras e altos níveis calóricos (hambúrguer, batata frita, bacon etc.), está relacionada a um maior risco para o desenvolvimento de câncer de cólon e de reto, possivelmente porque, sem a ingestão de fibras, o ritmo intestinal desacelera, favorecendo uma exposição mais demorada da mucosa aos agentes cancerígenos encontrados no conteúdo intestinal. Em relação a cânceres de mama e próstata, a ingestão de gordura pode alterar os níveis de hormônio no sangue, aumentando o risco da doença.

Há vários estudos epidemiológicos que sugerem a associação de dieta rica em gordura, principalmente a saturada, com um maior risco de se desenvolver esses tipos de câncer em regiões desenvolvidas, principalmente em países do Ocidente, onde o consumo de alimentos ricos em gordura é alto. Já os cânceres de estômago e de esôfago ocorrem mais freqüentemente em alguns países do Oriente e em regiões pobres onde não há meios adequados de conservação dos alimentos (geladeira), o que torna comum o uso de picles, defumados e alimentos preservados em sal.

Atenção especial deve ser dada aos grãos e cereais. Se armazenados em locais inadequados e úmidos, esses alimentos podem ser contaminados pelo fungo Aspergillus flavus, o qual produz a aflatoxina, substância cancerígena. Essa toxina está relacionada ao desenvolvimento de câncer de fígado.

Como prevenir-se
Algumas mudanças nos nossos hábitos alimentares podem nos ajudar a reduzir os riscos de desenvolvermos câncer. A adoção de uma alimentação saudável contribui não só para a prevenção do câncer, mas também de doenças cardíacas, obesidade e outras enfermidades crônicas como diabetes.

Desde a infância até a idade adulta, o ganho de peso e aumentos na circunferência da cintura devem ser evitados. O índice de massa corporal (IMC) do adulto (20 a 60 anos) deve estar entre 18,5 e 24,9 kg/m2. O IMC entre 25 e 29,9 indica sobrepeso. Com IMC acima de 30 a pessoa é considerada obesa. O IMC é calculado dividindo-se o peso (em kg) pela altura ao quadrado (em m). Veja a fórmula.

peso
IMC = ——————————–
(altura x altura)

Frutas, verduras, legumes e cereais integrais contêm nutrientes, tais como vitaminas, fibras e outros compostos, que auxiliam as defesas naturais do corpo a destruírem os carcinógenos antes que eles causem sérios danos às células. Esses tipos de alimentos também podem bloquear ou reverter os estágios iniciais do processo de carcinogênese e, portanto, devem ser consumidos com freqüência.

Hoje já está estabelecido que uma alimentação rica nesses alimentos ajuda a diminuir o risco de câncer de pulmão, cólon, reto, estômago, boca, faringe e esôfago. Provavelmente, reduzem também o risco de câncer de mama, bexiga, laringe e pâncreas, e possivelmente o de ovário, endométrio, colo do útero, tireóide, fígado, próstata e rim.

As fibras, apesar de não serem digeridas pelo organismo, ajudam a regularizar o funcionamento do intestino, reduzindo o tempo de contato de substâncias cancerígenas com a parede do intestino grosso.

A tendência cada vez maior da ingestão de vitaminas em comprimidos não substitui uma boa alimentação. Os nutrientes protetores só funcionam quando consumidos através dos alimentos, o uso de vitaminas e outros nutrientes isolados na forma de suplementos não é recomendável para prevenção do câncer.

Vale a pena frisar que a alimentação saudável somente funcionará como fator protetor, quando adotada constantemente, no decorrer da vida. Neste aspecto devem ser valorizados e incentivados antigos hábitos alimentares do brasileiro, como o uso do arroz com feijão.

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Yoga como qualidade de vida

As posturas de Yoga ajudam a criar mais vitalidade em todos os sistemas fisiológicos. As técnicas de respiração funcionam como uma ponte para equilibrar os estados mental e emocional decorrentes de um estado depressivo. O relaxamento recupera a energia perdida no processo de lidar com alguns problemas físicos.

A meditação traz equilíbrio para todo o sistema nervoso. As técnicas de Yoga funcionam juntas para revitalizar o ânimo, e passam a se refletir no cotidiano. No Yoga, é usado uma analogia de arco-íris para desabrochar o potencial e vigor de cada aspecto do nosso ser. A cor vermelha está associada à área das pernas e pés e com a habilidade de ‘andar com as próprias pernas’ com entusiasmo, enfrentando os desafios da vida. A cor laranja está associada à área pélvica e à habilidade de se reconectar com as sensações e sentimentos, facilitando o restabelecimento de relacionamentos saudáveis. A cor amarela representa o dourado do sol interior, cuja sede no corpo é o plexo solar.

Na medida em que a pessoa se reconecta com seu valor pessoal e melhora a sua auto-estima, este sol começa a brilhar e a irradiar vitalidade. A cor verde esmeralda relaciona-se com o coração, a sede do amor universal e da compaixão e, quando em harmonia, permite uma vida mais amorosa, leve e compartilhada. O azul celeste está relacionado à área do pescoço e, quando em equilíbrio, permite uma comunicação mais clara e objetiva, expandindo novas possibilidades de expressão e criatividade.

A cor violeta vincula-se à área da cabeça e aos sentidos, especialmente o sentido da visão de clareza e equanimidade. Está relacionada com a possibilidade de enxergar a vida sob uma perspectiva mais ampla. Através da Yogaterapia, todas as cores do arco-íris interior se integram, possibilitando uma vida com mais vigor, entusiasmo, auto-estima, criatividade e visão. O ambiente da “Montanha Encantada” e toda a natureza ao redor são facilitadores deste processo de trazer de volta o colorido e o encanto da vida.

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IGRT: Novo equipamento de Radioterapia em Curitiba

A Radioterapia Guiada por Imagens (IGRT) surgiu da necessidade de localizar de forma mais precisa o tumor ou os órgãos internos acometidos no instante do tratamento, para que houvesse melhor correlação com as imagens de referência.

Dependendo da região a ser irradiada como, por exemplo, quando se trata de tumores prostáticos, em que a próstata pode se movimentar internamente em função das mudanças fisiológicas do reto e da bexiga, que estão intimamente próximos ao órgão. Essa movimentação pode ser expressiva entre diferentes frações e, por isso, necessitam de controles mais aprimorados.

O IGRT também pode ser indicado para auxiliar em tratamentos que requerem extrema precisão, como a Radiocirurgia de Dose Única ou com máscara e a Radiocirurgia Estereotáxica Corpórea – SBRT.

O Oncoville dispõe do IGRT Exactrac® Brainlab um dos mais modernos do mercado:

O Sistema Exactrac 6D® Brainlab é formado por um conjunto de dois equipamentos de raios X, dois painéis detectores de alta resolução e um sistema de emissão e detecção de infravermelhos. A Tomografia de Referência, utilizada para planejamento e contendo os alvos, é enviada ao sistema para que sejam reconstruídos os mesmo planos que serão adquiridos durante o tratamento. Duas radiografias ortogonais são feitas, com o paciente em posição de tratamento, e comparadas àquelas geradas pelas imagens da Tomografia de Referência. O sistema calcula as diferenças na posição do paciente, em todas as direções – vertical, longitudinal e lateral –, e se existem giros, inclinações ou rotações. A mesa de tratamento é automaticamente corrigida, direcionando o paciente à posição correta, e novas imagens são realizadas para garantir um grau de localização submilimétrico.

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